16fevereiro2012
Novas Formações Oracle

O Centro de Treinamento da Veris IBTA acaba de firmar mais uma parceria exclusiva com a Oracle para oferta de novas Formações. O projeto é pioneiro no Brasil e tem o objetivo de injetar no mercado profissionais qualificados, com habilidades iniciais em projetos, processos e aplicativos (ERP), a fim de alimentar o ecossistema das consultorias que implementam as soluções Oracle. E mais: os melhores formandos ainda poderão ser contratados por estas consultorias.

As novas Formações são dirigidas para profissionais com curso superior (concluído ou andamento), com experiência mínima de um ano nas áreas agregadas pelas soluções Oracle (ERP), como: R12 E-business Suite e Siebel CRM, além de JD Edwards e PeopleSoft RH, com lançamentos previstos para o segundo semestre deste ano.

Ao todo, serão ofertadas onze novas Formações (confira aqui a lista completa). Cada uma delas contará com apoio de consultorias recomendadas pela Oracle para aplicação de aulas técnicas.

Palestra
Os interessados em uma das novas Formações podem tirar dúvidas no próximo dia 06 de março, a partir das 19h, em uma palestra ofertada pela própria Oracle para anunciar a parceria. O evento, gratuito, acontece no Auditório Oracle, localizada à Avenida Alfredo Egídio de Souza Aranha, 100, Chácara Santo Antônio – em São Paulo. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail: info@veris.edu.br ou de segunda à sexta-feira, das 9h às 21h, pelo telefone: (11) 4501-9700.

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30janeiro2012
Próximos capítulos da corrida à Casa Branca


O tema central da corrida presidencial nos Estados Unidos (EUA) é a crise econômica que assola aquele país desde 2008. Mais do que discussões no pleito da maior economia do mundo, o que está em xeque é a própria capacidade de sobrevivência do sistema econômico mundial na forma como está estruturado após o fim de Bretton-Woods. O próprio Fórum Econômico Mundial em Davos discute a necessidade de profundas mudanças no capitalismo, algo impensável há cinco anos.

A origem da crise está no que é conhecido em Economia como “lei da escassez”: os recursos têm limite, logo, a alocação desses recursos está sujeita a restrições. Parece estranho falar em escassez no momento em que cada vez mais bens de consumo estão à nossa disposição. Só para usar o exemplo do Brasil, há quinze anos o maior problema alimentar era a desnutrição; hoje, é a obesidade. Nos EUA, a meca da fartura, o número de milionários e bilionários aumentou significativamente nos últimos vinte anos. Então, como é possível falar em escassez?

A resposta é simples e até óbvia: só há multimilionários nos EUA porque há pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza na África, Ásia e na América Latina. Os recursos naturais chegam baratos às fábricas hoje instaladas principalmente na China e Índia, para depois chegarem – também baratos – na forma de bens de consumo aos países ricos. Na origem desta “pechincha” está a degradação do meio ambiente, primeiro na extração dos recursos naturais para a obtenção de matérias-primas, passando pela poluição causada pelo processo de produção, até o depósito dos resíduos do ato do consumo. Portanto, a “lei da escassez” hoje pode ser resumida na seguinte frase: concentração de riqueza e renda de um lado, devastação do meio ambiente de outro.

Mesmo no paraíso do consumismo, nos EUA, o número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza aumentou consideravelmente nos últimos anos. A ponto de os próprios estadunidenses começarem a questionar o sistema capitalista e a legitimidade de tanta opulência em meio à crescente pauperização. E, principalmente, questionar o porquê de trilhões de dólares pagos pelos contribuintes terem sido usados para salvar banqueiros e demais agentes do sistema financeiro, que operavam acima do limite da razoabilidade, beirando e, às vezes, ultrapassando a ilegalidade. É essa percepção que explica o movimento “Ocupe Wall Street”, talvez a mais intensa manifestação popular nos EUA desde os protestos contra a Guerra do Vietnã no final da década de 1960.

Obama foi eleito em 2008 como a grande esperança de corrigir essas distorções. E também como o oposto daquilo que representou a sombria “Era Bush” de intensificação da economia de guerra, manipulação de relatórios científicos sobre a degradação do meio ambiente, além da condução de algumas políticas sociais baseadas em preceitos religiosos, como a inacreditável “abstinência” para combater doenças sexualmente transmissíveis e evitar a gravidez precoce. Curiosamente, apesar de tantos malefícios advindos da Era Bush, as benesses aos mais ricos e ônus à classe média americana são os temas que passaram a ser o foco do eleitorado nos EUA.

Mitt Romney, um dos prováveis candidatos republicanos à presidência dos EUA, terá uma tarefa difícil, senão impossível: como justificar a manutenção dos privilégios aos multimilionários, que pagam impostos proporcionalmente muito menores do que a classe média estadunidense. Ele mesmo, Romney, tem uma fortuna estimada em US$250 milhões. O principal oponente a Romney, o também milionário Newt Gingrich, recentemente declarou que pagou 15,4% de imposto de renda, razão pela qual classifica como “estúpida” a acertada proposta de Barack Obama de aumentar os impostos aos mais ricos. É o que nós, brasileiros, conhecemos como “advogar em causa própria”, hábito corriqueiro dos políticos tupiniquins.

O fato é que a solução para a crise do sistema econômico mundial passa necessariamente pela quebra de dois tabus. O primeiro é exatamente o aumento das alíquotas de imposto de renda para as classes mais ricas. Afinal, estas são sempre beneficiadas pelo uso do solo e de outros recursos naturais, da força de trabalho e pelas vantagens sociais e políticas oferecidas pelos respectivos países – sejam eles quais forem. Em toda a história da humanidade, as classes mais ricas contribuíram proporcionalmente menos do que as mais pobres. Agora, é chegada a hora de os mais ricos oferecerem maior cota de contribuição. Diga-se de passagem: continuarão multimilionários, apenas contribuirão mais.
O segundo tabu é o uso mais efetivo das políticas fiscais para solucionar problemas estruturais, como aquecimento global, poluição e uso de fontes renováveis de obtenção de energia. E talvez a quebra desse tabu passe pela constituição de empresas estatais destinadas a programas como resíduo zero e reciclagem total, geração de energia eólica e solar e otimização de transportes coletivos de massa para minimizar as emissões dos gases de efeito-estufa.
Por absurda que possa soar a ideia, é bom lembrar que a NASA é uma empresa estatal. Não fosse pela constituição da NASA, os EUA certamente teriam perdido a corrida espacial e o mundo talvez não tivesse bens de consumo hoje comuns, desde alguns eletrodomésticos, passando por óculos de sol, até a própria internet. À época, nenhum investidor se arriscaria em um empreendimento do tamanho da NASA: os riscos eram altos e os ganhos, além de incertos, não possibilitavam o retorno sobre o investimento em intervalo de tempo satisfatório. Assim como hoje são altos os riscos e baixos os retornos sobre qualquer “investimento verde” – daí a necessidade de o Estado ocupar esse espaço.

Lembrando que os empregos gerados por empreendimentos dessa natureza poderiam tirar a economia dos EUA e da Europa da estagnação.

É pouco provável que a quebra do segundo tabu seja tema dos próximos capítulos da corrida à Casa Branca. Mas o primeiro definitivamente entrou na pauta. Obama inteligentemente tocou em uma questão que aflige o eleitor norte-americano mais do que qualquer coisa: o bolso. A classe média estadunidense começa a se perguntar: por que eu tenho de pagar por todos os erros cometidos por Wall Street? E, principalmente: por que Wall Street não pode pagar mais? Pode ser o início de uma mudança no sistema econômico mundial, a grande transformação que se torna cada vez mais urgente.

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16janeiro2012
Como me tornei escritora


Costumo dizer que as oportunidades estão próximas de nós, tão perto que às vezes podemos e nem percebemos.  Também acho que nós geramos as oportunidades, basta que tenhamos visão e sensibilidade para transformar um bate-papo informal num grande empreendimento.  E foi exatamente assim que nasceu a minha trajetória como escritora.

Em 1995, no final de uma visita a uma escola em São Paulo para fazer benchmarking sobre o uso da informática na educação fui convidada para conversar com a Diretora.  Ao longo da nossa conversa informal sobre o meu estado – Piauí, o que tem por lá e as coisas que já fazia profissionalmente aos 25 anos, comentei que estava fazendo consultoria para uma escola particular e que tinha percebido que os alunos não tinham material didático para consultar sobre os conteúdos repassados. 

Diante disso, informei que estava elaborando algumas apostilas para os alunos da alfabetização da primeira a quarta série (nomenclatura anteriormente utilizada).   Ao mencionar isso, a Diretora desta escola me falou:

- Sanmya, quando essas apostilas estiverem prontas, você pode me enviar para que eu possa conhecer?

Na hora me veio a seguinte análise: se ela gostaria de conhecer o material que estava preparando, quantas pessoas não gostariam de ver?  Vou transformar esse material em livro.  Vou ser escritora.

A partir deste momento, com toda sinceridade, não lembro mais nada do que ela falou.  Fiquei num estado de ansiedade, euforia e agitação tão grande que só me acalmei quando saí de lá e fui imediatamente fazer uma “pesquisa de mercado”.  Fui nas principais livrarias de São Paulo (Livraria Cultura, Saraiva e Siciliano) e perguntava: “Tem livro de informática para crianças?”.

Para surpresa minha não existia nenhum livro publicado no Brasil de informática para crianças para uso escolar.  Apenas encontrei um livro de historinha, sem o caráter didático, sem exercícios, se orientações para utilização do computador.

Vi-me diante de um nicho de mercado ainda não explorado.  Isso fortaleceu ainda mais a ideia de me tornar uma escritora.

No mesmo dia, entrei em contato com um amigo e perguntei:

- Você tem algum amigo dono de editora?

- Não, tenho um amigo que já escreveu livros, porém disse que não dá dinheiro.  É um péssimo negócio.

- Não tem problemas. Não estou preocupada em ganhar dinheiro.  Quero publicar os materiais que estou desenvolvendo, apenas isso.

- Ok, vou ligar para meu amigo e pegar o contato da editora.

No dia seguinte, ele me passou o contato, liguei para o Editor da Editora Érica e contei toda a história.  Ele me falou: “Quando o material estiver pronto, envia para nossa análise e verificaremos a possibilidade de publicá-lo”.

Oito meses depois, publiquei meu primeiro livro durante a Fenasoft (antiga feira de informática que acontecia anualmente em São Paulo).  Na época, a Editora não quis publicar os cinco livros, pois o investimento era alto demais e eles mesmos estavam estranhando o fato de não existir livros com essa temática para as escolas.

A questão é que dois meses depois, o livro foi muito bem aceito no mercado e eles me pediram mais um livro para adolescentes.  Depois disso fiz um contrato com uma empresa e elaborei mais quatro livros.  Em seguida, publiquei mais nove livros.  E a história não parou mais.  A partir de 2006, passei a publicar livros na área de gestão.

Minha meta é continuar como escritora até o dia que eu não conseguir mais escrever.  Depois dos 50 anos quero começar a escrever literatura.  Se vou conseguir? Não sei, mas com certeza tenho muitas histórias para contar e compartilhar.

Minha atuação como professora universitária é muito importante para minha carreira como escritora, pois cada aula pode se tornar uma grande possibilidade de ser um capítulo de um livro.  Por sinal, várias aulas que leciono já estão publicadas nos meus livros. Essa é a forma que encontrei para disseminar o que sei e vivi para muitas outras pessoas que não estão próximas a mim e que eu não conheço.

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Por Sanmya Tajra – Escritora e professora de Administração da Veris Faculdades em São José dos Campos

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13dezembro2011
O sucesso da 3ª Feira de Empreendedorismo da Veris

No final de novembro, entre os dias 21 e 22, das 17h30 às 22h30, realizamos a 3ª Feira de Empreendedorismo na cobertura do novo prédio da faculdade, aqui em Campinas.

Criamos e coordenamos o evento com o objetivo de estimular a ação empreendedora dos alunos de Administração de Empresas, curso coordenado pelo professor Francis Regis Irineu.

Durante o último semestre os alunos criaram empresas e desenvolveram oito planos de negócios (business plan), que puderam ser culminados em dois dias de atuação prática por meio da atividade de venda dos produtos elaborados pelos alunos neste período, com foco no desenvolvimento profissional específico de empresa e em sua versão prática através da venda dos produtos aos alunos, professores e funcionários da unidade de Campinas.

Esta edição da feira contou com oito barracas, que representaram as empresas criadas durante o semestre, sendo comercializados os produtos abaixo: 

  • Cachorro quente
  • Churrasco (espetinhos: carne, frango e linguiça)
  • Churros doces e salgados
  • Milho cozido, bolo de milho, pamonha doce e salgada
  • Pastéis (doces e salgados)
  • Pizzas
  • Sanduiches naturais
  • Sorvetes e milk shakes
  • Refrigerantes e sucos

  
 

 A feira contou com a animação de um grupo musical, também composto por alunos do curso de administração de Campinas, a operação foi desenvolvida em barracas (tendas) contando com todo o aparato necessário a manufatura dos produtos comercializados tais como: fogão, freezers, estufas, fornos elétricos, fritadeiras e churrasqueiras.  Foram disponibilizadas mesas e cadeiras para os clientes-alunos distribuídas de acordo com as barracas.
Estatística do evento:

Foram comercializados cerca de 250 itens por barracas-empresas por dia, perfazendo um total de aproximadamente 4.000 itens comestíveis e cerca de 3.000 latinhas\ garrafinhas de bebidas (sucos, refrigerantes e embalagens de água)

A lucratividade observada pelas barracas-empresas oscilou na média de 10% a 37% de lucro em relação aos valores investidos no evento por cada uma das mesmas.
As barracas-empresas também contaram com patrocínio de diversas empresas da região dos segmentos trabalhados na feira.

A atividade trouxe como resultados em seu desenvolvimento semestral: interação, integração, respeito, comprometimento, desenvolvimento de habilidades e competências gerenciais e sobre tudo a prática administrativa de uma empresa nascente. Os alunos puderam trabalhar conceitos fundamentais da administração, bem como ações estratégicas modernas necessárias aos novos tempos.  A rotina de trabalho percorreu a elaboração dos processos gerenciais, de marketing, financeiros, de suplly-chain e de gestão de pessoas, ao final esses elementos se concentraram num plano de negócios, com avaliação de resultados e plano de viabilidade financeira. 

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Por Luiz Fernando dos Santos – Professor de Empreendedorismo do curso de Administração da Veris em Campinas

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22novembro2011
Acontece em Campinas Semana de Ciências Contábeis

Amanhã, dia 23, o curso de Ciências Contábeis promove a Semana Acadêmica no auditório do Campus Central, em Campinas, a partir das 19h e contará com a presença do auditor Sênior da divisão de Sydney (Austrália) da Ernest&Young, Jaddus Manga, que palestrará e abordará o tema “Tendências atuais da Auditoria Internacional”.

O evento conta também com a  presença dos profissionais Thiago Gabriel de Paula, Fábio de Souza Silva e Maurice Marciano Mattos, da Bradesco Corretora, que palestrarão sobre “Mercado de Capitais e Tesouro Direto”.

A Semana Acadêmica de Ciências Contáveis é gratuito e aberto ao público. Os interessados devem se inscrever pelo telefone 4501-2650 ou 4501-2652. As vagas são limitadas.

Veja a programação:

Mercado de Capitais e Tesouro Direto
Horário: 19:00h às 20:40h
Palestrantes: Thiago Gabriel de Paula, Fabio de Souza Silva e Maurice Marciano Mattos, da Bradesco Corretora.

Tendências atuais da Auditoria Internacional
Horário: 20:55h às 22:35h
Palestrante: Jaddus Manga, Auditor Sênior da divisão de Sydney (Austrália) da Ernst&Young.

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1novembro2011
Compartilhando o 1º Simpósio de Gestão, TI e Adm. em São José dos Campos

Nos dias 24 e 25 de outubro realizamos o 1º Simpósio e 2º Colóquio de Gestão, TI e Administração na unidade de São José dos Campos.

O Simpósio teve como objetivo colocar os nossos alunos em contato com os profissionais para que pudessem compartilhar as suas experiências. Também realizamos 16 palestras com atuantes das áreas. Tivemos uma grande receptividade por parte dos alunos que participaram ativamente das palestras.

O Colóquio teve como objetivo estimular nossos alunos em apresentar trabalhos que estão sendo desenvolvidos nos cursos. Os estudantes selecionados tiveram a possibilidade de trocar ideias com uma banca de docentes que contribuíram com os trabalhos apresentados. Em paralelo tivemos uma feira para que os alunos pudessem descontrair entre uma palestra e outra. Foi apresentado um grupo de dança de salão, o coral da Petrobrás e um conjunto de música com cantores que animou a todos.

Enfim, foram dois dias de muitas atividades, e com certeza a unidade de São José dos Campos já esta planejando o evento para 2012.

Vejam as fotos do evento:

        

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Por Carlos Mascarenhas – Professor e coordenador do curso de Gestão em Marketing da Veris Faculdades em São José dos Campos

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28outubro2011
Compartilhando o Congresso em Gestão Tecnológica

 
A ALTEC – Associação Latino-Iberoamericana de Gestão Tecnológia, fundada em outubro de 1984, tem como o objetivo vincular pessoas, físicas e jurídicas, na reflexão do exercício da gestão tecnológica para realizar atividades de cooperação nestas áreas. Uma das atividades da entidade é o Congresso que é realizado a cada dois anos em um dos países membros.

Neste ano, participei do XIV Congresso Latino Iberoamericano de Gestão de Tecnologia, realizado em Lima, no Perú, e que representaram países como a África do Sul, Alemanha, Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Espanha, EUA, França, México, Peru, Portugal e Reino Unido. ALTEC é considerado como um dos melhores eventos na área de política e gestão tecnológica de todo mundo e contou com pesquisadores das mais renomadas IES e Centros de Pesquisas.

Foram apresentados um total de 504 trabalhos e tive a grata honra de ter dois trabalhos de pesquisa selecionados para apresentação no congresso, o “Estágios de Desenvolvimento do Governo Eletrônico nos Municípios do Cone Leste Paulista” no eixo temático Inovação e Tecnologia para o desenvolvimento sustentável e o segundo trabalho sob o tema “Inovação no Modelo da Gestão das Organizações Públicas: uma percepção ou realidade” no eixo temático Inovação, território e desenvolvimento local.

O evento permitiu verificar o que está sendo pesquisado nos diversos países participantes, bem como a troca de experiências e conhecimento entre os congressistas. A próxima edição do ALTEC será no ano de 2013 e o Brasil concorre com a Espanha e Chile para sediar o evento.

Vamos torcer para que ocorra no Brasil!

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Por Carlos Mascarenhas – Professor e coordenador do curso de Gestão em Marketing da Veris Faculdades em São José dos Campos

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7outubro2011
A cola, a corrupção e a inversão de valores sociais

Em 2002, uma articulista da Folha de S. Paulo, Bárbara Gancia, escreveu uma brilhante matéria intitulada “Cola é Instituição Nacional”. Eu, que sempre fui odiosamente avesso à “cola”, não sabia o porque do meu repúdio quase intuitivo a tal prática execrável. Mantive essa intolerância irrefletida, até que o artigo supracitado me trouxe luz à questão e fez com que me irritasse ainda mais quando surpreendo alguém colando.

A criança que utiliza dessa prática aprende a utilizar meios ilícitos para ter êxito. Com o passar do tempo, desenvolve-se, quase que inconscientemente, a sensação de que o uso do ilícito é inevitável, inexorável à própria sociedade. E, pior, suscita-se o paradoxo de que fazer o errado é que é o correto. O honesto passa a ser ridicularizado. Passa a ser visto como “otário”, ingênuo para se dizer o mínimo.

Chega-se à faculdade e a noção do “ilícito inevitável” toma proporções preocupantes. Agora, a desfaçatez da “cola” torna-se efetivamente regra, “baixar” trabalhos prontos da internet em plágio descarado e pagar para alguém fazer tornam-se ferramentas inequívocas, justificadas pela “falta de tempo, ‘fessor’” – ainda que sempre se ache tempo para cerveja e festa. A consequência imediata disso é o fenecimento do pensamento acadêmico, da pesquisa e da própria ciência nacional. Daí, não se surpreenda quando os japoneses e os norte-americanos patentearem produtos derivados da Amazônia e os espertos trouxas pagarem royalties pesados para ter um produto que a natureza nos deu de graça, só para citar um exemplo.

Mas isso ainda não é o pior de tudo. Pior mesmo é que os “espertos” aprendem a “passar a perna” em outras circunstâncias, uma vez que já depreendeu que o ilícito funciona. Concluem que “puxar o saco” e “puxar o tapete” são instrumentos mais “eficientes” para a promoção pessoal do que o mérito pela competência e conhecimento adquirido.

Assim, ao invés da desejável meritocracia, institui-se a canalhocracia. Prevalece a concorrência desleal e predatória. Cultua-se a mediocridade, quiçá a boçalidade, desde que os “resultados” sejam exitosos – não importa o meio. Triunfa o mau-caratismo em escala nacional. Só quem já foi passado para trás por um desses “espertos” incompetentes e aduladores, já teve o tapete puxado sob os pés, sabe como é lastimável e abominável que se consolide essa tendência.

Houve um tempo em que, exausto de tanto lutar contra, pensei: “deixa, que colem! O mercado depois seleciona!” Pior pensamento não pode haver. Porque, no mercado, a seleção é adversa sempre: a tendência no Brasil é a de que os “picaretas” sejam os recompensados. Portanto, conclamo todos os Educadores para que não sejam tolerantes! .

Tolerância zero com a cola e o plágio! O professor complacente com esse ato é conivente com a cultura ao ilícito que esfacela a sociedade, assim como o policial condescendente com o bandido que rouba e mata, ou o governante que prevarica, permitindo que funcionários desviem recursos dos cofres públicos.

No fim das contas, a sociedade como um todo perde.

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30setembro2011
Conflitos geram instabilidade profissional

O alto nível de estresse e a baixa qualidade de vida de funcionários de diversas áreas podem alterar suas atitudes, gerando conflitos na empresa e, consequentemente, a instabilidade profissional. Pior quando os profissionais levam tais conflitos para o lado pessoal.

Clique aqui e leia a matéria que colaborei, da Infomoney e no site Administradores.com publicada hoje. Veja como agir quando esses conflitos acontecem.

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26agosto2011
Dinheiro no bolso até o final do mês

Há quem pense que, mesmo ganhando pouco, não existe possibilidade de guardar dinheiro até o final do mês. Sim, sabendo planejar seu orçamento você  consegue fechar o mês de bem com o bolso.

Mas não pense que guardar dinheiro em casa é seguro, leia a matéria e veja as dicas de como economizar e guardar bem seu capital.

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Por Fabrício Ferreira – coordenador do curso de Finanças da Veris Faculdades

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