31janeiro2012
Fisioterapia: Manual de escala de MFM

Clique aqui e acesse o manual 2012 da escala MFM – Medida da Função Motora, traduzida e validada pela professora Cristina Iwabe, em conjunto com docentes do setor de neurologia da FCM Unicamp.  

A escala é originalmente francesa e foi recentemente certificada pelo comitê de validação da França, composta pela doutoras Carole Berard e Françoise Girardot. Ambas estiveram no Brasil em dezembro de 2011, especificamente para validação da versão em português e para nomear nossa docente, Cristina Iwabe, como a responsável de referência no país da escala MFM – versão em português.

Para maiores conhecimentos e informações, acessem os sites:

http://www.motor-function-measure.org/user-s-manual.aspx

http://www.motor-function-measure.org/default.aspx?idwsgpage=108&idwsglangue=9

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31janeiro2012
Abraçando uma nova experiência na Dinamarca


A princípio a ideia de conquistar uma bolsa de estudos no exterior era perfeita, não só pela oportunidade de aprimorar meus conhecimentos na área de Educação Física, mas também de crescer no âmbito pessoal. Entretanto, a empolgação pela bolsa veio acompanhada da insegurança de estar sozinho em um país que mal sabia onde se localizava. Insegurança esta que aumentou ao saber que o mesmo possuía língua própria: o dinamarquês.

Aceitei o desafio. Começava a corrida contra o tempo para providenciar todos os documentos necessários para a viagem, como passaporte e visto. O tempo era curto e o trabalho era longo, mas logo chegou o tão esperado “dia da viagem”. Meu desafio maior aqui é descrever minha experiência que, a princípio a caracterizei para todos que me perguntam como inexplicável, uma vez que nem palavras, nem imagens são suficientes para descrever sensações e aprendizagens maravilhosas e únicas.

Depois de muitas horas de viagem me deparei com um país maravilhoso, deslumbrante, organizado, enfim, diferente. Um povo que, inicialmente, se mostra fechado ao novo, mas que depois floresce e nos surpreende. A rotina dinamarquesa, aos olhos brasileiros, nos parece um tanto quanto intensa. É então que descobrimos o termo ‘lazy latinos’ e nossa missão agora é de apagar esta imagem já enraizada na escola.

Aulas muito bem elaboradas e estruturadas e professores mais que capacitados é a combinação perfeita para não deixar ninguém de fora. A liberdade que nos é oferecida é, com certeza, um fator essencial para o crescimento pessoal. Esta notada desde a infância das crianças seja no simples ato de brincar e explorar o ambiente, quanto durante as refeições.

Acampar ao ar livre a temperatura próxima a zero, remar quilômetros e quilômetros de canoa numa paisagem esplêndida, escalar rochas que parecem intermináveis. São tantas as experiências vividas que passaria horas escrevendo a respeito. Entretanto, não poderia deixar de descrever minha experiência com os Free Hugs ou abraços grátis: uma proposta ousada para a cultura dinamarquesa que rejeitou muitas das tentativas de aproximação das pessoas, mas que também se renderam e se encantaram com o calor brasileiro.

E quem diria que um dia faria uma cansativa viagem à França de ônibus por 24 horas? Pois bem, assim o faria novamente se possível. Acender minha própria fogueira e cozinhar o jantar já virou tarefa fácil nas aulas de Outdoor. Falando em outdoor e o frio? O frio é grande e o inverno rigoroso. Alguns dias de dezembro foram suficientes para ter uma idéia do quão difícil que seria. Difícil para nós, acostumados com o calor de 40ºC e que um dinamarquês sequer sentiu uma vez na pele. Para eles, o frio, a chuva e a neve não são desculpa para ficar trancados dentro de casa. Para isso que servem as jaquetas de neve e capas de chuva, assim como botas e aquecedores de orelha.

Não poderia deixar de descrever aqui a tão esperada neve. Não ficaria contente se deixasse aquele país me contentando apenas em acordar pela manhã com o chão branquinho de neve sem ao menos tocar um floco de neve que caísse do céu. Foi então que o dia chegou: a tão esperada neve, fascinante para os brasileiros, não tinha a mínima graça para os dinamarqueses. Com olhares receosos brinquei feito criança, aproveitando as aulas ao ar livre como nunca.

O pôr do sol que antes era por volta das 22hr (isso mesmo) agora deixava o dia com tom melancólico: 15hr. O dia era cada vez mais curto, assim como nossa estadia na escola. A uma semana do encerramento das aulas, tivemos a famosa ‘festa de despedida’, a deixa para o início da minha tristeza e o começo das lágrimas. Com certeza a pior semana de todas. Olhava meus novos amigos, que já nem eram tão novos assim depois de quase cinco meses, com olhar de despedida. A semana era longa e a vontade de ficar era maior ainda.

O último dia começou cedo, com uma faxina geral por toda escola. Quartos limpos e clima de despedida carregado. Foi então que todos nos reunimos no refeitório para a indesejada despedida. Uma música tocada ao piano: suficiente para deixar até mesmo os brutamontes afogados às lágrimas. A despedida, prevista para 15 minutos, estendeu-se por mais de horas. Muitos abraços sinceros e promessas de visita. É hora de voltar ao Brasil.

E assim termina meu intercâmbio estudantil na, até então desconhecida, Dinamarca, e se inicia minha paixão e respeito imenso pelo país, que me acolheu por cinco meses e me proporcionou uma experiência maravilhosa, permitindo-me crescer e abrir minha mente para o mundo.

Tak Danmark, farvel! (Obrigado Dinamarca, tchau!)

   
  

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Por  Milton Gonçalves S. Neto, aluno de Educação Física da Veris Faculdades

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30janeiro2012
Próximos capítulos da corrida à Casa Branca


O tema central da corrida presidencial nos Estados Unidos (EUA) é a crise econômica que assola aquele país desde 2008. Mais do que discussões no pleito da maior economia do mundo, o que está em xeque é a própria capacidade de sobrevivência do sistema econômico mundial na forma como está estruturado após o fim de Bretton-Woods. O próprio Fórum Econômico Mundial em Davos discute a necessidade de profundas mudanças no capitalismo, algo impensável há cinco anos.

A origem da crise está no que é conhecido em Economia como “lei da escassez”: os recursos têm limite, logo, a alocação desses recursos está sujeita a restrições. Parece estranho falar em escassez no momento em que cada vez mais bens de consumo estão à nossa disposição. Só para usar o exemplo do Brasil, há quinze anos o maior problema alimentar era a desnutrição; hoje, é a obesidade. Nos EUA, a meca da fartura, o número de milionários e bilionários aumentou significativamente nos últimos vinte anos. Então, como é possível falar em escassez?

A resposta é simples e até óbvia: só há multimilionários nos EUA porque há pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza na África, Ásia e na América Latina. Os recursos naturais chegam baratos às fábricas hoje instaladas principalmente na China e Índia, para depois chegarem – também baratos – na forma de bens de consumo aos países ricos. Na origem desta “pechincha” está a degradação do meio ambiente, primeiro na extração dos recursos naturais para a obtenção de matérias-primas, passando pela poluição causada pelo processo de produção, até o depósito dos resíduos do ato do consumo. Portanto, a “lei da escassez” hoje pode ser resumida na seguinte frase: concentração de riqueza e renda de um lado, devastação do meio ambiente de outro.

Mesmo no paraíso do consumismo, nos EUA, o número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza aumentou consideravelmente nos últimos anos. A ponto de os próprios estadunidenses começarem a questionar o sistema capitalista e a legitimidade de tanta opulência em meio à crescente pauperização. E, principalmente, questionar o porquê de trilhões de dólares pagos pelos contribuintes terem sido usados para salvar banqueiros e demais agentes do sistema financeiro, que operavam acima do limite da razoabilidade, beirando e, às vezes, ultrapassando a ilegalidade. É essa percepção que explica o movimento “Ocupe Wall Street”, talvez a mais intensa manifestação popular nos EUA desde os protestos contra a Guerra do Vietnã no final da década de 1960.

Obama foi eleito em 2008 como a grande esperança de corrigir essas distorções. E também como o oposto daquilo que representou a sombria “Era Bush” de intensificação da economia de guerra, manipulação de relatórios científicos sobre a degradação do meio ambiente, além da condução de algumas políticas sociais baseadas em preceitos religiosos, como a inacreditável “abstinência” para combater doenças sexualmente transmissíveis e evitar a gravidez precoce. Curiosamente, apesar de tantos malefícios advindos da Era Bush, as benesses aos mais ricos e ônus à classe média americana são os temas que passaram a ser o foco do eleitorado nos EUA.

Mitt Romney, um dos prováveis candidatos republicanos à presidência dos EUA, terá uma tarefa difícil, senão impossível: como justificar a manutenção dos privilégios aos multimilionários, que pagam impostos proporcionalmente muito menores do que a classe média estadunidense. Ele mesmo, Romney, tem uma fortuna estimada em US$250 milhões. O principal oponente a Romney, o também milionário Newt Gingrich, recentemente declarou que pagou 15,4% de imposto de renda, razão pela qual classifica como “estúpida” a acertada proposta de Barack Obama de aumentar os impostos aos mais ricos. É o que nós, brasileiros, conhecemos como “advogar em causa própria”, hábito corriqueiro dos políticos tupiniquins.

O fato é que a solução para a crise do sistema econômico mundial passa necessariamente pela quebra de dois tabus. O primeiro é exatamente o aumento das alíquotas de imposto de renda para as classes mais ricas. Afinal, estas são sempre beneficiadas pelo uso do solo e de outros recursos naturais, da força de trabalho e pelas vantagens sociais e políticas oferecidas pelos respectivos países – sejam eles quais forem. Em toda a história da humanidade, as classes mais ricas contribuíram proporcionalmente menos do que as mais pobres. Agora, é chegada a hora de os mais ricos oferecerem maior cota de contribuição. Diga-se de passagem: continuarão multimilionários, apenas contribuirão mais.
O segundo tabu é o uso mais efetivo das políticas fiscais para solucionar problemas estruturais, como aquecimento global, poluição e uso de fontes renováveis de obtenção de energia. E talvez a quebra desse tabu passe pela constituição de empresas estatais destinadas a programas como resíduo zero e reciclagem total, geração de energia eólica e solar e otimização de transportes coletivos de massa para minimizar as emissões dos gases de efeito-estufa.
Por absurda que possa soar a ideia, é bom lembrar que a NASA é uma empresa estatal. Não fosse pela constituição da NASA, os EUA certamente teriam perdido a corrida espacial e o mundo talvez não tivesse bens de consumo hoje comuns, desde alguns eletrodomésticos, passando por óculos de sol, até a própria internet. À época, nenhum investidor se arriscaria em um empreendimento do tamanho da NASA: os riscos eram altos e os ganhos, além de incertos, não possibilitavam o retorno sobre o investimento em intervalo de tempo satisfatório. Assim como hoje são altos os riscos e baixos os retornos sobre qualquer “investimento verde” – daí a necessidade de o Estado ocupar esse espaço.

Lembrando que os empregos gerados por empreendimentos dessa natureza poderiam tirar a economia dos EUA e da Europa da estagnação.

É pouco provável que a quebra do segundo tabu seja tema dos próximos capítulos da corrida à Casa Branca. Mas o primeiro definitivamente entrou na pauta. Obama inteligentemente tocou em uma questão que aflige o eleitor norte-americano mais do que qualquer coisa: o bolso. A classe média estadunidense começa a se perguntar: por que eu tenho de pagar por todos os erros cometidos por Wall Street? E, principalmente: por que Wall Street não pode pagar mais? Pode ser o início de uma mudança no sistema econômico mundial, a grande transformação que se torna cada vez mais urgente.

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24janeiro2012
Professora lança livro educativo

A professora do curso de Fisioterapia da Veris em Campinas, Silvia Regina Teixeira Pinto de Albuquerque, lançou o livro “Educação em Foco”.

Junto a outros docentes, de diversas instituições brasileiras e das áreas de pedagogia, psicologia, letras e biologia, o projeto visa o crescimento profissional e humano dos alunos.

“A educação é a base para a formação do indivíduo para a vida. A educação formal, além de preparar o aluno para sua vida profissional, também o prepara para ser uma pessoa ética, criativa, responsável, ter postura respeitosa, saber relacionar-se com os outros, permanecer atualizado para entender e participar do mundo moderno, saber ouvir, ser humilde e trabalhar em equipe. Os professores servem de modelos aos seus alunos para que, todos esses elementos floresçam e o transforme em um indivíduo mais competente e feliz. E são os educadores que tornam esses caminhos mais fáceis para seus alunos. Educação em Foco dispõe ao leitor uma reflexão ampla sobre os temas relacionados à educação e demonstra a importância do papel do professor frente à vida de seu aluno como ser humano”, informa a docente.

O livro, com 15 capítulos, foi publicado em dezembro de 2011.

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16janeiro2012
Como me tornei escritora


Costumo dizer que as oportunidades estão próximas de nós, tão perto que às vezes podemos e nem percebemos.  Também acho que nós geramos as oportunidades, basta que tenhamos visão e sensibilidade para transformar um bate-papo informal num grande empreendimento.  E foi exatamente assim que nasceu a minha trajetória como escritora.

Em 1995, no final de uma visita a uma escola em São Paulo para fazer benchmarking sobre o uso da informática na educação fui convidada para conversar com a Diretora.  Ao longo da nossa conversa informal sobre o meu estado – Piauí, o que tem por lá e as coisas que já fazia profissionalmente aos 25 anos, comentei que estava fazendo consultoria para uma escola particular e que tinha percebido que os alunos não tinham material didático para consultar sobre os conteúdos repassados. 

Diante disso, informei que estava elaborando algumas apostilas para os alunos da alfabetização da primeira a quarta série (nomenclatura anteriormente utilizada).   Ao mencionar isso, a Diretora desta escola me falou:

- Sanmya, quando essas apostilas estiverem prontas, você pode me enviar para que eu possa conhecer?

Na hora me veio a seguinte análise: se ela gostaria de conhecer o material que estava preparando, quantas pessoas não gostariam de ver?  Vou transformar esse material em livro.  Vou ser escritora.

A partir deste momento, com toda sinceridade, não lembro mais nada do que ela falou.  Fiquei num estado de ansiedade, euforia e agitação tão grande que só me acalmei quando saí de lá e fui imediatamente fazer uma “pesquisa de mercado”.  Fui nas principais livrarias de São Paulo (Livraria Cultura, Saraiva e Siciliano) e perguntava: “Tem livro de informática para crianças?”.

Para surpresa minha não existia nenhum livro publicado no Brasil de informática para crianças para uso escolar.  Apenas encontrei um livro de historinha, sem o caráter didático, sem exercícios, se orientações para utilização do computador.

Vi-me diante de um nicho de mercado ainda não explorado.  Isso fortaleceu ainda mais a ideia de me tornar uma escritora.

No mesmo dia, entrei em contato com um amigo e perguntei:

- Você tem algum amigo dono de editora?

- Não, tenho um amigo que já escreveu livros, porém disse que não dá dinheiro.  É um péssimo negócio.

- Não tem problemas. Não estou preocupada em ganhar dinheiro.  Quero publicar os materiais que estou desenvolvendo, apenas isso.

- Ok, vou ligar para meu amigo e pegar o contato da editora.

No dia seguinte, ele me passou o contato, liguei para o Editor da Editora Érica e contei toda a história.  Ele me falou: “Quando o material estiver pronto, envia para nossa análise e verificaremos a possibilidade de publicá-lo”.

Oito meses depois, publiquei meu primeiro livro durante a Fenasoft (antiga feira de informática que acontecia anualmente em São Paulo).  Na época, a Editora não quis publicar os cinco livros, pois o investimento era alto demais e eles mesmos estavam estranhando o fato de não existir livros com essa temática para as escolas.

A questão é que dois meses depois, o livro foi muito bem aceito no mercado e eles me pediram mais um livro para adolescentes.  Depois disso fiz um contrato com uma empresa e elaborei mais quatro livros.  Em seguida, publiquei mais nove livros.  E a história não parou mais.  A partir de 2006, passei a publicar livros na área de gestão.

Minha meta é continuar como escritora até o dia que eu não conseguir mais escrever.  Depois dos 50 anos quero começar a escrever literatura.  Se vou conseguir? Não sei, mas com certeza tenho muitas histórias para contar e compartilhar.

Minha atuação como professora universitária é muito importante para minha carreira como escritora, pois cada aula pode se tornar uma grande possibilidade de ser um capítulo de um livro.  Por sinal, várias aulas que leciono já estão publicadas nos meus livros. Essa é a forma que encontrei para disseminar o que sei e vivi para muitas outras pessoas que não estão próximas a mim e que eu não conheço.

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Por Sanmya Tajra – Escritora e professora de Administração da Veris Faculdades em São José dos Campos

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12janeiro2012
A estética como habilitação para o Biomédico

Finalizar a graduação é apenas mais uma etapa concluída. Hoje é necessário buscar aprimoramento e conhecimento para ser um profissional completo e atualizado, e é isto que o mercado de trabalho procura: profissionais capacitados para exercer diversas funções em sua área.

A biomedicina é uma profissão bastante completa, atualmente existem 35 habilitações possíveis para se especializar. A mais nova área do biomédico é a Estética.
 
“Trata-se da mais nova área de atuação terapêutica onde o biomédico realiza tratamentos estéticos em pacientes com ampla competência e total independência da supervisão médica. A partir disto o Biomédico passa a ter direito de abrir sua própria clinica Biomédica e pode ser responsável por todos os procedimentos reconhecidos pelo Conselho Federal de Biomedicina, como por exemplo Carboxiterapia, Utilização de Laser e Ultrassom Estético, Peelings, além de procedimentos invasivos não cirúrgicos como a Intradermoterapia e a Aplicação de Toxina Botulínica (BOTOX). (www.biomedicinaestetica.bmd.br/artigos) ”
 
A Resolução nº 197 de 21 de fevereiro de 2011, levou em consideração os conhecimentos anatômicos, fisiológicos e biológicos do Biomédico que podem ser amplamente utilizados no tratamento de disfunções estéticas .
 
Escolhi a estética por sentir necessidade de estar mais próxima dos pacientes, estando diretamente ligada a eles, além de ter uma grande afinidade pela área e reconhecer que há grande potencial de mercado. É uma área promissora.

Em 2011 apostei em cursos livres em estética que também me ajudarão a obter a habilitação na área, uma vez que ainda não possuímos uma pós graduação ou especialização focada especialmente em Biomedicina Estética.

No final de 2011 fui aprovada na pós graduação em Cosmetologia e Estética Avançada da Universidade Anhembi Morumbi após análise prévia do Currículo e Histórico escolar. Além de ter feito o Trabalho de Conclusão de Curso na área de estética, cujo tema foi “O uso cosmético do DMAE no tratamento do envelhecimento cutâneo: uma revisão” aprovado com nota 10, o  que firmou ainda mais a minha escolha.
 
Minhas perspectivas para o futuro são as melhores possíveis, já está em andamento o processo para abrir minha própria clínica, onde poderei proporcionar aos pacientes bem estar e satisfação estética e mental também,  utilizando todo o conhecimento adquirido durante a graduação e nesta fase de especialização.
 
Quem se interessar pela área e quiser maiores informações pode acessar o site www.biomedicinaestetica.bmd.br ou o site do Conselho Federal (CFBM), lá estão detalhadas as atividades pertinentes aos Biomédicos Estéticos e como se habilitar nesta área.
 
Agradeço a instituição por todo conhecimento adquirido ao longo dos 4 anos de graduação através de profissionais competentes e gabaritados, especialmente àqueles que acolheram a nova especialidade sem preconceitos, além de agradecer também a minha família e todos aqueles que acreditaram e acreditam no meu potencial.
 

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 Por Raquel Soligo de Souza Ramos, ex-aluna do curso de Biomedicina da Veris em Campinas.

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5janeiro2012
Futuro Biomédico expõe a emoção de ter sido aprovado no curso de Especialização na USP

Conquistar uma vaga no curso de especialização na área de técnicas avançadas em análises clínicas para realizar o aprimoramento profissional na área da saúde na Universidade de São Paulo foi algo maravilhoso!

Ao longo do último ano do curso de Biomedicina na Veris me dediquei ao estágio da faculdade e também a revisão teórica de algumas disciplinas pertinentes a área do aprimoramento que escolhi para prestar.

O processo seletivo foi dividido em duas fases, a primeira consistiu em uma prova com 50 questões de múltipla escolha e a segunda, em prova prática, para avaliar os conhecimentos relativos a área escolhida, além de uma entrevista com o supervisor e o suplente do respectivo programa de aprimoramento.

No último ano 32 pessoas se inscreveram para a vaga. As questões nos exigiam realmente o conhecimento prático e a vivência laboratorial. As dicas e ensinos dos professores que nos acompanharam durante todo o estágio foi de suma importância para interpretação de toda a prova!

Anualmente é oferecida uma vaga para o programa de aprimoramento em Diagnóstico Sorológico e de Biologia Molecular em Hepatites por Vírus. O programa é realizado no Laboratório de Investigação Médica (Lim 47) do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo e no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

O programa conta ainda com uma bolsa fornecida pela Secretaria Estadual de Saúde e visa o aprimoramento das técnicas teórico-práticas de métodos laboratoriais sorológicos e de biologia molecular para o diagnóstico e acompanhamento de pacientes portadores das hepatites B e C e a complementação da formação do profissional nos aspectos de assistência, ensino e pesquisa. Eu estou realmente muito ansioso em começá-lo, pois tenho certeza que essa pós-graduação me abrirá muitas portas, assim como foi com outros aprimorandos.

Meu supervisor no aprimoramento será o professor Antonio Alci Barone, que já foi Presidente da Sociedade Paulista de Infectologia e, é sem dúvida um grande profissional da área, além de extremamente respeitado!

Com tudo só tenho a agradecer à Deus, a minha família por todo apoio, a faculdade, a coordenadora do cuso de Biomedicina, Patrícia Melo, pelo real interesse na formação completa dos alunos e também a todos os professores do curso de Ciências Biomédicas.

Espero realmente que eu possa ter êxito e sucesso em minha carreira profissional que está iniciando!

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Por Henrique Cirino, ex-aluno do curso de Biomedicina da Veris em Campinas, que colará grau em janeiro de 2012.

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4janeiro2012
Nutricionista indica dieta desintoxicante após festas de final de ano


Não é fácil resistir a  variedade de pratos servidos nas festas de natal e ano novo e é certo que iniciaremos o ano com a habitual culpa pelo exagero, tanto na comida, quanto na bebida que ingerismo.

Especialistas revelam que a maioria das pessoas fazem isso e que o ruim é continuar no mesmo ritmo.

Para mudarmos nossas atitudes e estimular novas ações para uma boa alimentação em 2012, aproveitamos as dicas que a professora de nutrição da Veris, Érika Ferreira, concedeu em entrevista ao jornal Metro News.

Érika informa que a primeira atitude saudável é parar com a ingestão de álcool. “A quantidade de ingestão para causar lesões é variável de pessoa a pessoa. No entanto, se esse consumo for freqüente pode causar lesões como esteatose (gordura no fígado), hepatite alcoólica (inflamação) ou a cirrose (dano permanente no fígado)” e também dimunuir a ingestão de açúcar, “doces em excesso elevam o colesterol, triglicérides e glicemia.”

A nutricionista indica a dieta de desintoxicação alimentar que inclui a ingestão de fibras, que estimula o bom funcionamento do intestino, alimentos diuréticos, para estímulo do fígado, e proteínas magras, que melhoram o metabolismo. Dentre os alimentos sugeridos para a desintoxicação estão a maça, a beterraba, arroz integral, alho, morango, abacaxi, limão, água de coco, melancia, gengibre, salsa, manga e vegetais de folhas verdes como a couve, além da linhaça e gérmen de trigo.

Beber água também é fundamental, lembrando que o recomendado é a ingestão de 2 a 3 litros ao dia.

Mas fique atento, a professora esclarece que a dieta não faz milagres.  “Não adianta se empanturrar com uma alimentação ruim e recorrer a uma deita desintoxicante sempre. Ela ajuda a limpar, mas não quer dizer que os efeitos ruins dos excessos serão eliminados”.

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